Instituto IDEIA - Mestrados e Doutorados no Mercosul

MESTRADOS • DOUTORADOS • PÓS-DOUTORADOS NO MERCOSUL

       Aulas presenciais em janeiro e julho       


CENTRAL DO ALUNO  -   CPF:       Senha:             Esqueci a senha    |    1º acesso
  

Mestrado na área de Saúde Pública - Ementas

OBS.: Serão oferecidas tantas disciplinas quantas sejam necessárias para o cumprimento da carga horária presencial obrigatória, não contemplando, necessariamente, todo o elenco abaixo.

MESTRADO NA ÁREA DE SAÚDE PÚBLICA

METODOLOGIA DA INVESTIGAÇÃO CIENTIFICA

EMENTA:

A linguagem como instrumento de comunicação, expressão e compreensão. Técnicas de elaboração de textos técnicos e científicos. O objeto de pesquisa. Elaboração orientada da dissertação. Ética na produção textual.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4a ed. São Paulo: Atlas, 2008.
HERNÁDEZ, Sampieri; R. FERNÁNDEZ, Collado; BAPTISTA, Carlos Lucio Pilar. Metodología de
la Investigación. 3a ed. México, DF: McGraw-Hill. Interamericana Editores, 2003.
_______. Metodologia de pesquisa. 4a ed. México: McGraw-Hill, 2006.
LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia científica: ciência e conhecimento científico, métodos científicos, teoria, hipóteses e variáveis, metodologia
jurídica. São Paulo: Atlas, 2000.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico:
procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e
trabalhos científicos. 6a ed., São Paulo: Atlas, 2001.
THOMAS, Jerry R. Métodos de pesquisa em atividade física. 3a ed., Porto Alegre: Artmed, 2002.

 
ESTATÍSTICA
EMENTA:
Conceitos básicos de estatística. A estatística como expressão da pesquisa em na área da saúde. Coleta de dados e interpretação de resultados em pesquisas setoriais. Indicadores e diferentes representações gráficas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. Filosofando: introdução à filosofia. 3. ed. rev. São Paulo: Moderna, 2003.
_____. História da educação. 2ª. ed. rev. e atual. - São Paulo: Moderna, 2003.
CAMBI, Franco. História da pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.
DEMO, Pedro. Desafios modernos da educação. 10. ed. - Petropolis: Vozes, 2000.
LUCKESI, Cipriano Carlos. Filosofia da educação. São Paulo: Cortez, 1994.
SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 7ª. ed. - Campinas: Autores Associados, 2000.

 
ESTADO E POLÍTICAS PÚBLICAS EM SAÚDE
EMENTA:
Desenvolver a capacidade dos mestrandos, com foco na compreensão da responsabilidade estatal em relação à sáude pública e a sua evolução, identificadas com as realidades locais e temporais. Identificar as constatações científicas como instrumentos para a formulação de novas políticas públicas, valorizando e respeitando a dimensão bioética. Viabilizar o desenvolvimento de capacidades que permitam a realização de revisões periódicas em relação às questões das políticas públicas em saúde pública.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

CAMARGO JR.; K.R. Mattos, R.A. Políticas de saúde no Brasil. In: GESTHOS Gestão Hospitalar: Capacitação a Distância em Administração Hospitalar para Pequenos e Médios Estabelecimentos de Saúde: Guia do Participante/Ministério da Saúde. Brasília, DF. pp. 37-72. 2002.
CAMPOS, GWS; GUERRERO, AVP. (Org.). Manual de Práticas de atenção básica: saúde ampliada e compartilhada. São Paulo: Hucitec v. 1. 2009.
CARNOY, M. Estado e Teoria Política. Campinas: Papirus, 1988
DRAIBE,S. As políticas sociais brasileiras: diagnósticos e perspectivas. IN IPEA/PLAN Para a década de 90: Prioridades e perspectivas de políticas públicas. Brasilia: pp. 1-65, março/1990.
FALEIROS, V.P. O que é política social. São Paulo: Brasiliense, Coleção Primeiros Passos. 1991.
FOUCAULT, Michel. O Sujeito e o Poder. In: Dreyfus, Hubert L, Rabinow, Paul – Uma Trajetória Filosófica- Para Além do Estruturalismo e da Hermenêutica. Rio de Janeiro: Forense Universitária. Pp. 231-249 1995.
MENDES, E.V. As políticas de saúde no Brasil nos anos 80: a conformação da reforma sanitária e a construção da hegemonia do projeto neoliberal. In: Mendes, E. V. (org.) Distrito Sanitário: O processo social de mudança das práticas sanitárias do Sistema Único de Saúde. 1993
MERHY, EE. Planejamento como tecnologia em gestão: tendências e debates do planejamento em Saúde no Brasil. In E Gallo et. al. (org.), São Paulo/Rio de Janeiro. Razão e Planejamento: reflexões sobre política, estratégia e liberdade. Hucitec / Abrasco. 1995. pp. 117-149
MERHY, E. E.; ONOCKO, R. Agir em Saúde: um desafio para o público. São Paulo: Hucitec, 1997.
VASCONCELOS, CM; PASCHE, DF (org.). 2006. O Sistema Único de Saúde. In: Campos, GWSC; Minayo, MCS; AKERMAN, M; Drumond Junior, M; Carvalho, YM. (org.) Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec. pp.531-562.
THERBORN, G. As teorias do Estado e seus desafios no fim do século. In: Sader, E. & Gentili, P. Pós-neoliberalismo II. Que Estado para que democracia? Petrópolis:Vozes, 2000. pp.79-89.

 
FUNDAMENTOS DE NEUROCIÊNCIAS

EMENTA:

Introdução ao Nascimento e Evolução da Neurociência - Organização Morfofuncional do Sistema Nervoso - Macro e Microambientes do Sistema Nervoso: Líquor, Cavidades, Circulação - Visão geral sobre as funções cerebrais que participam do processo de aprendizagem e a construção do conhecimento.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

BOCK, Ana Mercês Bahia et al.. PsicologiasUma Introdução ao Estudo de Psicologia, São Paulo: Saraiva, 2003.
GOULART, Íris Barbosa. Piaget. Experiências Básicas para utilização pelo professor. Petrópolis: Vozes, 1998.
LA ROSA, Jorge. Psicologia e EducaçãoO significado do aprender. Porto Alegre: Edipucrs, 2002.
LENT, R. Cem bilhões de Neurônios. São Paulo: Atheneu, 2001
MACHADO, A. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Atheneu, 1993
PENTEADO, Wilma Millan Alves (Org.). Psicologia e Ensino. São Paulo: Papelivros, 1986.
PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1985.
POZO, Juan Ignácio. Aprendizes e mestres – A nova cultura da aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.
VIGOTSKI, L.S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.

 

PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE

EMENTA:
Planejamento e gestão em saúde numa perspectiva estratégica e social. Aspectos históricos do planejamento em saúde na América Latina. Conceitos fundamentais do planejamento e sua aplicação no setor de saúde. Modelos de gestão. Planejamento e gestão como dispositivos institucionais na construção de sujeitos coletivos no sistema local de saúde, com vistas à humanização da atenção à saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
AYRES, José Ricardo de Carvalho Mesquita. Sujeito, intersubjetividade e práticas de saúde. Rio de Janeiro: Ciência & Saúde Coletiva, v.6, n.1. p.63-72, 2001.
BAREMBLIT, Gregório. Compêndio de análise institucional e outras correntes. 3a ed. Rio de Janeiro: ABDR, 1996.
CAMPOS, Gastão Wagner de S. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: Hucitec, 2000.
CAMPOS, Gastão W. de S. Subjetividade e administração de pessoal. Considerações sobre modos de gerenciar trabalho em equipes de saúde. In: MERHY, EE.; ONOCKO, R. Agir em saúde um desafio para o público. São Paulo/Buenos Aires: Hucitec/Lemos Editorial, 1997, pp. 229-266.
CECÍLIO, Luiz Carlos de Oliveira. Inventando a mudança no hospital: um projeto “em defesa da vida” na Santa Casa do Pará. In: Inventando a mudança na saúde. São Paulo: Hucitec, 1994, pp. 187- 234.
CECÍLIO, Luiz Carlos de Oliveira. Uma sistematização e discussão de tecnologia leve de planejamento estratégico aplicada ao setor governamental. In: MERHY, EE.; ONOCKO, R. Agir em saúde um desafio para o público. São Paulo/Buenos Aires: Hucitec/Lemos Editorial, 1997, pp. 161-168.
MATUS, Carlos. Política, planejamento e governo. Brasília: IPEA, 1993. Tomo 1.
RIVERA, F. Javier Uribe (org.). Planejamento e programação em saúde: um enfoque estratégico. São Paulo: Cortez, 1989.
RIVERA, F. Javier Uribe. Análise estratégica em saúde e a gestão pela escuta. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2003.
TESTA, Mário. Pensamento estratégico e lógica de programação: o caso da saúde. São Paulo: Hucitec, 1995.
 
EPIDEMIOLOGIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS E NÃO INFECCIOSAS
EMENTA:
Fundamentos do método epidemiológico aplicado ao estudo das doenças infecciosas com ênfase na análise de dados gerados pela vigilância, investigações de surtos epidêmicos e pelo desenvolvimento de estudos complementares a estas investigações. Aplicação dos estudos de corte e do tipo caso-controle em investigação de surtos. Epidemiologia e Controle das doenças crônico-degenerativas. Epidemiologia e Controle dos acidentes e violências. A questão dos acidentes de trânsitos. Saúde do idoso. Epidemiologia do suicídio.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
BARATA, R.B. & BRICÊNO – LEON, R. (orgs) 2000. Doenças endêmicas abordagens sócias, culturais e comportamentais. Rio Janeiro: FIOCRUZ.
BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇAO NACIONAL DA SAÚDE. Guia de Vigilância Epidemiológica. 5ed. FUNASA, 2002.
BRASIL MINISTÉRIO DA SAÚDE. FUNDAÇAO NACIONAL DA SAÚDE. Situação da Prevenção e Controle das doenças transmissíveis no Brasil. Brasília: FUNASA, 2002
MINAYO, M.C.S. & Miranda, A. C. Saúde e Ambiente Sustentável: evitando nós. Rio de Janeiro: FIOCRUZ. 2002. 344p.
ROSEN, Uma história de Saúde Pública. São Paulo: Hucitec. Editora da Universidade Paulista: Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. 1994. 400p.
SABROZA, P.C; Kawa, H.; CAMPOS, W.S.P. Doenças transmissíveis: Ainda um desafio. In: Minayo, M.C. S. (org). pp.57-77. Os muitos Brasis.Saúde e População na década de 80. São Paulo: Rio de Janeiro: Hucitec/ABRASCO, 1995.
SABROZA, P.C. Toledo, L.M.; Osanai, C.H. A Organização do Espaço e os processos Endêmicos-Epidêmicos. In: Leal, M. C. et al (Orgs) Saúde, Ambiente e Desenvolvimento., pp.177-244. São São Paulo: HUCITEC/ABRASCO. 1992.
SANTOS, M.; Silveira, M.L. O Brasil: território e Sociedade no início do século XXI. In: O território Brasileiro: no Passado e No Presente. Rio de Janeiro: Record, 2001.
HENNEKENS, C.H.; Buring, J.E. Epidemiology in Medicine. Boston, Little, Brown and Company, 1987.
HULLEY SB, Cummings SR, Browner WS, Grady D, Hearst N, Newman TB. Delineando a pesquisa clínica. Uma abordagem epidemiológica. Tradução: Michael Schmidt Duncan e Ana Rita Peres. 2a ed. Porto Alegre: Artmed, 2003., Oxford University Press; 1982.
 
AVALIAÇÃO QUALITATIVA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
EMENTA:
Compreensão da importância da avaliação nos serviços de saúde. Aquisição das perspectivas, tipos e desenhos de avaliação no âmbito dos serviços de saúde. Desenvolvimento da compreensão básica sobre avaliação da qualidade da atenção à saúde. Análise das diferentes abordagens da avaliação da qualidade em saúde: perspectiva dos usuários / cidadãos; perspectiva do profissional; perspectiva da organização e do gerente; Descrição das etapas para o processo de avaliação.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
AGUILAR M.J. e Ander-Egg E.A. Avaliação de serviços e programas sociais. Petrópolis: Vozes, 1995.
ARAUJO Hartz Z. M. Avaliação dos programas de saúde: perspectivas teórico metodológicas e políticas institucionais. Ciência & Saúde Colectiva, 4 (2):341-353, 1999.
CONTANDRIOPOULOS A., Champagne F., Denis J. e Pineault R. A avaliação na área da saúde: conceitos e métodos, em: Araujo Hartz Z. M., Avaliação em saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1997.
DONABEDIAN A. La dimensión internacional de la evaluación y garantía de la calidad, Revista de Salud Pública de Mexico, Marzo-Abril, 1990, Vol. 32, n. 2.
FURTADO J.P. Um método construtivista para a avaliação em saúde. Ciência & Saúde Colectiva, 6 (1):pp. 165-181, 2001.
SERAPIONI M. Avaliação da qualidade em saúde: a contribuição da sociologia da saúde para a superação da polarização entre a visão dos usuários e a perspectiva dos profissionais de saúde. Saúde em Debate, Rio de Janeiro, v. 23, n.53, 1999, pp. 81-92, set/dez
TAHARA A.T., Lucena R.A., Oliveira A.P. e Santos G.R. Satisfação do paciente: refinamento de instrumento de avaliação de serviços de saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, V. 50, N. 4, p. 497-506, 1997.
VUORI H. A qualidade da saúde, Divulgação em Saúde para Debate. Londrina, n. 3, p. 17-25, 1991, 1991
 
PROCESSO DE TRABALHO E PRODUÇÃO DO CUIDADO EM SAÚDE
EMENTA:
A sociedade atual e as transformações na esfera do trabalho. O debate teórico sobre o trabalho em saúde na clínica, na epidemiologia e na gestão em saúde. Enfoca o trabalho, o objeto, os instrumentos, o produto e a finalidade. Micropolítica do processo de trabalho em saúde: tecnologias, saberes, relações, campos e núcleos de intervenção interdisciplinares e subjetividade. Processo de trabalho e humanização da atenção. O objeto de trabalho da Clínica. Clínica e suas variações (tipologia). Clínica ampliada e o cuidado progressivo em saúde. Construção do sujeito (singular, individual e universal), humanização e a clínica como a arte de viver, individual e coletiva. Clínica ampliada, trabalho em equipe e transdisciplinaridade. Linhas de cuidado (saúde da mulher, criança, adolescente, adulto, idoso, mental, entre outros) na organização das práticas de saúde dentro dos níveis de complexidade do sistema. Equipe de saúde e a produção do cuidado. Humanização na produção de articulação entre os saberes e práticas que orientam as ações que são operadas na rede de atendimento. Acesso, Acolhimento, Vínculo, Autonomia, Responsabilização e Resolubilidade na cadeia progressiva da produção do cuidado em saúde.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
ANTUNES, Ricardo. Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho. São Paulo: BOITEMPO, 2001.
BAREMBLIT, Gregório F. et al. A Clínica como ela é. Dez pontos para uma apresentação. In: Baremblit, Gregório F. et al. Saúde Loucura 5. A Clínica como ela é. São Paulo, Hucitec, 1997. p.5-10.
CAMPOS, Gastão Wagner de S. Saúde Paidéia. São Paulo: Hucitec, 2003.
CAMPOS, Gastão Wagner de S. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: Hucitec, 2000.
CUNHA, Gustavo Tenório. A Construção da Clínica ampliada na atenção básica. São Paulo: hucitec, 2005.
FOUCAULT, Michel. O nascimento da clínica. Rio de Janeiro: Florense Universitária, 2006.
MENDES-GONÇALVES, Ricardo Bruno. Organização e Tecnologia social das práticas de saúde: características tecnológicas do processo de trabalho na rede estadual de centros de saúde de São Paulo. São Paulo: hucitec, 1984.
MERHY, Emerson E. Em busca do tempo perdido: a micropolítica do trabalho vivo em saúde. In: MERHY, Emerson Elias; ONOCKO, Rosana (Org.). Agir em saúde um desafio para o público. São Paulo: Hucitec, 1997. p. 71-112.
MERHY, Emerson E. Saúde a cartografia do trabalho vivo
. São Paulo: Hucitec, 2002.
PASSOS, Eduardo; Benevides de Barros, Regina de. Construção do plano da clínica e o conceito de transdisciplinaridade. Psicologia: teoria e pesquisa, v.16, n.1, pp.71-9, jan/abr, 2000
FRANCO, Túlio Batista el al. (Org.). Acolher Chapecó: uma experiência de mudança do modelo assistencial, com base no processo de trabalho. São Paulo: HUCITEC, 2004.
MATUMOTO, Sílvia et al. Supervisão de equipes do Programa de Saúde da Família: reflexões acerca do desafio da produção de cuidados. Interface – Comunicação, Saúde, Educação. Botucatu (SP), v.9, n16, p9-24, 2005.
MERHY, Emerson Elias et al. (Org.). O trabalho em saúde: olhando e experenciando o SUS no cotidiano. São Paulo: HUCITEC, 2003. p.37-54.
PINHEIRO, Roseni; Mattos, Ruben A. de, (org.). Cuidado. As fronteiras da integralidade. São Paulo / Rio de Janeiro; HUCITEC / IMS / UERJ / ABRASCO, 2004.
TEIXEIRA, Ricardo Rodrigues. Humanização e Atenção Primária à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v.10, n.3. p.585-588. julho/setembro de 2005.
 
PREVENÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS
EMENTA:
Estudo da saúde-doença como resultado de múltiplas determinações (biológicas, ambientais, sociais e culturais). As dimensões do processo saúde-doença: necessidades sociais de saúde, grupos de riscos, situação de exposição, indícios de exposição e de danos e óbitos. Intervenções básicas em urgências clínica e cirúrgica. Compreensão do processo saúde-doença como resultado de múltiplas determinações; análise os principais problemas de saúde da população (local, regional, estadual e nacional) e seus determinantes; identificação medidas de controle para enfrentamento dos principais problemas de saúde; Instrumentalização da equipe de Saúde para agir no controle dos danos, dos riscos e dos agravos e em situações de urgências clínica e cirúrgica.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
ENDES, Eugênio Vilaça. Uma agenda para a saúde. São Paulo: HUCITEC, 1996.
MINAYO, Maria Cecília de S. Os muitos brasissaúde e população na década de 80. São Paulo/Rio de Janeiro: HUCITEC/ABRASCO, 1995.
PAIM, Jairnilson Silva; TEIXEIRA, Maria da Glória L. Reorganização do Sistema de Vigilância Epidemiológica na perspectiva do Sistema Único de Saúde. Informe Epidemiológico do SUS. v. 5. p.27-57, 1992.
PEREIRA, M. G. Epidemiologia teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1995.
ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia & saúde. 5 ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 1999.
TEIXEIRA, Carmen Fontes; Paim, Jairnilson S.; Villasbôas, Ana Luiza. Modelos assistenciais e Vigilância da Saúde. Informe Epidemiológico do SUS. v. 7. n.2, p. 29-34, 1998.
 
ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
EMENTA:

Estudo da criança e do adolescente no processo de crescimento e desenvolvimento considerando os aspectos epidemiológicos, psicossociais, históricos e culturais; medidas de promoção saúde, prevenção e recuperação da criança e adolescente; identificação de intercorrências (riscos, danos e agravos). Capacitação clínica da equipe de saúde da família para responder as necessidades de saúde individual da criança e do adolescente. Contribuição para a crescente autonomia e emancipação da criança e do adolescente nas particularidades de seu processo de individuação/socialização. Compreensão da situação de saúde da criança e adolescente brasileiros a partir dos aspectos epidemiológicos e das políticas de atenção dirigidas a esse grupo; identificação os marcos de crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente como sugestivos de condições de saúde; acompanhamento do crescimento e desenvolvimento da criança e do adolescente; identificação junto à família os riscos e agravos à saúde da criança e do adolescente; prestação de assistência nas intercorrências (riscos, danos e agravos à saúde, urgências clínicas e cirúrgicas) demandadas pelas crianças e adolescente; capacitação clinica a equipe de saúde da família para atender a criança e adolescente no processo saúde-doença.

 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
COSTA, M.C.O.; SOUZA, R.P.E. e cols. Avaliação e cuidados primários da criança e do adolescente. Porto Alegre: Artmed, 1998.
KALOUSTIAN, S.M. (org.) Família brasileira: a base de tudo. São Paulo: Cortez, 1994.
MARCONDES, Eduardo. Pediatria básica. 7 ed. 3 v. São Paulo: Sarvier, 1987.
MAAKAROUM, M. de F; Souza, R. P.; Crua, A. R. Tratado de adolescência: um estudo multidisciplinar. Rio de Janeiro: Cultura Médica, 1991.
SANTANA, Judith S. da S. Saúde-doença no cotidiano de meninos e meninas de rua: ampliando o agir da enfermagem. Rio de Janeiro. 1998. 283p. Tese (Doutorado). Escola de Enfermagem Anna Néry da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
 
ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER
EMENTA:
Estudo das fases evolutivas da mulher considerando os aspectos epidemiológicos, psicossociais, históricos e culturais; identificação de situações de riscos e monitoramento do estado de saúde da mulher; capacitação clínica e gineco-obstétrica na prevenção, diagnóstico, tratamento e recuperação da saúde da mulher, considerando o seu espaço social, mediante uma abordagem integral e familiar. Qualificação dos profissionais do PSF para prestar assistência à mulher, utilizando fundamentos epidemiológicos, clínicos e humanísticos no contexto do SUS; capacitação dos profissionais do PSF para o controle dos riscos e agravos à saúde da mulher; estimulação do profissional do PSF a ser um elemento de articulação entre a família e os serviços de saúde do município; possibilitar aos profissionais do PSF a compreensão da importância do desenvolvimento de ações de promoção e prevenção, visando à melhoria do nível de saúde da mulher.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
Brasil. Ministério da Saúde. Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher. Brasília, 1983.
________. Ministério da Saúde. Plano de ação para a redução de mortalidade materna. Brasília, 1995.
GIFFIN, Karen; Costa, Sarah, H. (orgs). Questões de saúde reprodutiva. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 1999. 468 p.
HALBE, H.W. Tratado de ginecologia. São Paulo: Roca, 1998.
REZENDE, Jorge de. Obstetrícia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
Ziegel, E.; Granley, Enfermagem em obstetrícia. 8. ed. Rio de Janeiro: Interamericana, 1995.
 
EDUCAÇÃO E PROMOÇÃO DA SAÚDE DA POPULAÇÃO
EMENTA:
Pressupostos teóricos da educação em saúde no Brasil. As práticas de Educação em saúde na atenção à saúde da família. Análise da concepção de saúde, cidadania, direito à saúde, consciência sanitária e educação em saúde. Planejamento participativo para a educação em saúde. Práticas pedagógicas em saúde no Brasil; práticas educativas de saúde; propor planejamento participativo na educação visando o indivíduo, a família, a coletividade; e mobilização social para a mudança do modelo de saúde;
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
FREIRE, Paulo. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
DEMO, Pedro.Política social e cidadania. Campinas/São Paulo: Papirus, 1994.
SCHERER, Waren I. Redes de movimentos sociais, São Paulo: Loyola, 1993.
LABBATE, Solange. Educação em saúde: uma nova abordagem.
 
ATENÇÃO Á SAÚDE DO IDOSO
EMENTA:
A origem do termo 3ª idade – as fases evolutivas do idoso - aspectos epidemiológicos, psicossociais, históricos e culturais na velhice - políticas sociais para o idoso – O estatuto do idoso – principais riscos e agravos em relação às doenças na 3ª idade: como prevenir – qualificação profissional clinica de equipes de saúde para atendimento ao idoso no processo saúde-doença.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

Maria Cecília de Souza Minayo & Carlos E. A.Coimbra Jr. (org.). Antropologia, Saúde e Envelhecimento Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2002.
CALDAS, CP (org.). A saúde do idoso: a arte de cuidar. Eduerj, Rio de Janeiro, 1998
CAMARANO, AA (Org.) Muito além dos 60: os novos idosos brasileiros. Ipea, Rio de Janeiro, 1999.
HADDAD, EGM. A ideologia da velhice. Cortez, São Paulo, 1986
IBGE (Fundação Instituto de Geografia e Estatística) Perfil dos Idosos Responsáveis pelos Domicílios no Brasil 2000/IBGE. Departamento de População e Indicadores Sociais, Rio de Janeiro, 2002.
ONU (Organização das Nações Unidas) Plano Internacional de Ação sobre o Envelhecimento. Asemblea Mundial Sobre el Envejecimiento 2. Madri, 2002.
Paim, J e Almeida Filho. A crise da saúde pública e a utopia da saúde coletiva. Instituto de Saúde Coletiva/Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2000
PALMA LTS. Educação permanente e qualidade de vida: indicativos para uma velhice bem-sucedida. UPF, Passo Fundo (RS), 2000
VERAS, RP (org.). Terceira idade: um envelhecimento digno para o cidadão do futuro. Relume-Dumará, Rio de Janeiro, 1995

 
PROGRAMAS NÃO-GOVERNAMENTAIS E SAÚDE PÚBLICA
EMENTA:
O cenário do 3º setor no Brasil – as ONGs e os programas em saúde – prevenção às DSTs e a saúde bucal: a participação das ONGs – extensão universitária e programas de saúde - A terceirização de serviços e projetos em saúde.
 
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)

FALCONER, Andrés Pablo. A promessa do Terceiro Setor - um estudo sobre a Construção do Papel das organizações Sem Fins Lucrativos e do seu Campo de Gestão.1999, 152p. Dissertação (Mestrado em Administração) - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo - USP, São Paulo.
FERNANDES, Rubem César. Privado, Porém Público - O Terceiro Setor na América Latina. 2ª ed. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996.
MONTANO, C. Terceiro Setor e a questão social: crítica ao padrão emergente de intervenção social. São Paulo: Cortez, 2002
RODRIGUES , Maria Lúcia Prates. Demandas Sociais versus crise de Financiamento: o papel do Terceiro Setor no Brasil . Revista de Administração Pública . Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas. N. 32 (5) set/out. – 1998
SALAMON, Lester. A emergência do terceiro setor - uma revolução associativa global. In: USP Revista de Administração. São Paulo, v. 33, n.1, p.5-11, jan./mar. 1998

SILVA, A. M.. Corpo, Ciência e mercado: reflexões acerca da gestação de um novo arquétipo da felicidade. Florianópolis: Editora da UFSC, 2001
 

SAÚDE E BIOÉTICA

EMENTA:
Bioética: origem e cenários - o comportamento humano eticamente correto na área biomédica e em outras afins – o direito à vida – a interrupção da gravidez – a reprodução assistida – a experimentação em seres humanos – o transplante de órgãos – a engenharia genética – a eutanásia - os códigos, leis e declarações nacionais e internacionais – os Comitês de Ética e Bioética.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA (outras fontes podem ser recomendadas)
ABEL F, F. Bioética: orígenes, presente y futuro. Madrid: Editorial Mapfre, 2001.
ARCHER, L; BISCAIA, J. & OSSWALD, W. (Eds.) Bioética. Lisboa-São Paulo: Verbo, 1996.
CLOTET, J. Bioética: uma aproximação. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2003.
CLOTET, J; FEIJÓ, A.G.S; OLIVEIRA, M.G. (coord.) all. Bioética: uma visão panorâmica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2005.
COSTA, S.I.F. et all. (Eds.) Iniciação à Bioética. Brasília: Conselho Federal de Medicina, 1998.
D´AGOSTINHO, F. Bioética segundo o enfoque da filosofia do direito.São Leopoldo: UNISINOS, 2006.
ENGELHARDT, H.T. Fundamentos da bioética. São Paulo: Loyola, 1998
LOCH, J. A., GAUER, C.J.C., CASADO M., Bioética, Interdisciplinaridade e Prática Clínica. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2008.
JUNGES, J. R. Bioética, perspectivas e desafios. São Leopoldo: UNISINOS, 1999.
SGRECCIA, E. Manual de bioetica. I-II, São Paulo: Loyola, 1997.
URBAN, C. Bioética clínica. Rio de Janeiro: Revinter, 2003.
VARGA, A. Problemas de bioética. São Leopoldo: Unisinos, 1982.

 





  Instituição que inspira confiabilidade e aprendizado contínuo. Há grande integração entre a Instituição e os alunos.  

Mirian Q. Borges
Mestrado em Saúde Pública Secretaria Municipal de Saúde - Instituto de Medicina Legal Gurupi - TO




Revista Ideário




INSTITUTO IDEIA: REFERÊNCA EM MESTRADOS E DOUTORADOS NO MERCOSUL
Sede Internacional: Rua Senador Furtado, 18 • Maracanã • Rio de Janeiro • RJ • Brasil • CEP 20.270-020
Tel/Fax: +55 (21) 2567-9274 • 2565-8031 • 2567-7441 • 2568-3526 • 2018-4102 • 2018-4103
De segunda à sexta, das 9h às 18h • E-mail: contato@ideiaeduc.com.br • Cels: Oi: +55 (21) 98596-4934 • CLARO: (21) 96855-6339 • TIM: (21) 98234-4019 • VIVO: (21) 99870-6189
Sede Assunção: Calle 25 de Mayo, 542 • 1º piso • Em frente a Plaza Uruguaya (2ª f. e 3ª f. das 9h às 17h e 4ª feira das 9h às 12h) • Tel: 440-346


© 2016-2020 Instituto IDEIA. Todos os direitos reservados. FW2